sábado, 21 de maio de 2011

Brasil cai seis posições em ranking de competitividade

Brasil perde posições em Índice de Competitividade Mundial em 2011.
Brasil cai seis posições no ICM 2011
Imagem/fonte: Simples Soluções.

Depois de registrar melhoras consecutivas desde 2007, o Brasil ficou menos competitivo no ano passado. O país caiu seis posições no Índice de Competitividade Mundial 2011 (World Competitiveness Yearbook), ficando no 44.º lugar. A queda reflete o aumento no custo de vida das famílias e a piora na eficiência da economia brasileira.

O professor Carlos Arruda, da Fundação Dom Cabral (responsável pelo capítulo brasileiro do estudo) diz que o dado serve de alerta. "O relatório não é conclusivo, mas permite identificarmos movimentos", afirmou.

O levantamento é coordenado pelo IMD (Instituto Internacional de Desenvolvimento de Gestão, na sigla em inglês).

China pede que próximo chefe do FMI seja de país emergente

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Sede do FMI, Washington - DC, Estados Unidos.
Imagem/fonte: Wikimedia.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Jiang Yu, pediu nesta quinta-feira (19) que o próximo chefe do FMI (Fundo Monetário Internacional) venha de um país emergente, depois da renúncia do francês Dominique Strauss-Kahn, acusado de tentativa de estupro.

- Acreditamos que os países emergentes e em desenvolvimento deveriam ter representação nos níveis superiores (...) Sempre achamos que o FMI deve continuar a reforma de sua estrutura e gestão e que a escolha de seu líder máximo se baseie no princípio da justiça, transparência e méritos.

Segundo Yu, o governo chinês está "prestando muita atenção" no desenvolvimento dos acontecimentos.

Brasil assiste a 'revolução' das babás, diz 'New York Times'

Babás ascendentes chegam à classe média brasileira
Babás ascendentes chegam à classe média.
Imagem/fonte: Grupo Credencial.

Uma reportagem publicada nesta sexta-feira pelo diário americano The New York Times relata o que chama de “revolução” das babás no Brasil, com o aumento dos salários e da mobilidade social na profissão.

Intitulada “Babás ascendentes chegam à classe média brasileira”, a reportagem diz que essa revolução “está destruindo o estereótipo colonial da ajuda doméstica barata, mas dedicada, na América Latina”.

“Conforme aumentam suas expectativas por uma melhor qualidade de vida, as babás estão cada vez mais procurando trabalhar para os muito ricos e se tornando menos acessíveis para muitas famílias de classe média”, diz o texto.

Para o jornal, a situação vem criando tensões sociais num país em que mais mulheres vêm entrando no mercado de trabalho sem ter o acesso aos desenvolvidos sistemas de creches que existem em algumas nações industrializadas.

‘Fachada de prosperidade’ esconde problemas mais profundos no Brasil, diz Financial Times

Sinal vermelho para a economia brasileira.
Sinal vermelho para a economia brasileira.
Imagem/fonte: Frank Silveira.

O aumento do crédito concedido pelos bancos brasileiros vem criando uma “fachada de prosperidade que frequentemente esconde problemas mais profundos”, segundo afirma reportagem publicada nesta quarta-feira pelo diário econômico britânico Financial Times.

O jornal cita o sucesso verificado nos últimos tempos pelos grandes bancos brasileiros, como Itaú-Unibanco, Banco do Brasil e Bradesco, mas chama a atenção para o fato de que “apenas no último mês, dois pequenos bancos no Brasil tiveram que ser salvos pelo governo, e analistas preveem que mais alguns enfrentarão graves dificuldades até o fim do ano”.

“As recentes medidas do Brasil para conter o crescimento do crédito, como o aumento das taxas de juros e dos requerimentos de reservas dos bancos, aumentou o custo dos financiamentos e atingiu os pequenos bancos de forma mais dura. Normas internacionais mais estritas sob a regulamentação do (acordo internacional) Basileia 3 também aumentaram a pressão”, observa o jornal.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Brasil e outros cinco emergentes redefinirão economia global, diz Banco Mundial

BRICS Leaders Meeting
Encontro do BRICS 2011, em Sanya - China.
Imagem/Fonte: ekantipur.

O Brasil está incluído em um grupo de seis economias emergentes que, segundo o Banco Mundial, irão redefinir a estrutura econômica global no futuro próximo.

De acordo com um relatório lançado nesta terça-feira, em Washington, até 2025 as economias do Brasil, China, Índia, Rússia, Indonésia e Coreia do Sul vão responder por mais da metade do crescimento global.

“À medida que o poder econômico muda, essas economias bem-sucedidas vão ajudar a conduzir o crescimento em países de baixa renda por meio de transações comerciais e financeiras transfronteiriças”, diz o documento.

Segundo o relatório Global Development Horizons 2011 – Multipolarity: The New Global Economy ("Horizontes do Desenvolvimento Mundial 2011 – Multipolaridade: a Nova Economia Mundial", em tradução livre), os emergentes vão crescer em média 4,7% até 2025.